Walkers sharing their experiences

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Trabalho Voluntário no Pico do Areeiro

Portuguese - Português September 30th, 2010

Caros Amigos / Caríssimas Amigas,

Pico do Areeiro Foto 02-25.0.10

O que o fogo destruiu em poucas horas na cordilheira central da Ilha da Madeira, demorará muitos anos a recuperar e exige um longo e paciente trabalho com o objectivo de evitar que a nova sucessão biológica seja dominada por espécies pirófilas oportunistas, que pintarão de verde o deserto pedregoso mas que criarão enormes dificuldades à recuperação da biodiversidade dum ecossistema que a União Europeia adoptou como Zona Especial de Conservação da Rede Natura 2000.

A expansão da carqueja (Ulex europeus) e da giesta (Cytisus scoparius) ou a plantação de resinosas exóticas como espécies pioneiras são práticas contraditórias com a filosofia conservacionista da Rede Natura 2000. Assim sendo, na extremidade mais alta do Parque Ecológico do Funchal, no Pico do Areeiro, e no Campo de Educação Ambiental do Cabeço da Lenha apenas deverão ser plantadas espécies indígenas para que paisagem reencontre o caminho certo em direcção ao estado natural.

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Flora e Fauna

Portuguese - Português March 25th, 2008

A ilha da Madeira reúne um conjunto de características únicas que a tornam diferente de qualquer outro lugar no Mundo.

Na verdade, a flora da Madeira, devido á sua diversidade, exuberância e singularidade, apresenta-se como um dos principais atractivos para os amantes da natureza e dos passeios a pé. Como forma de melhor estudar esta diversidade subdividiu-se a ilha em quatro andares fitoclimáticos.

Numa caminhada até aos 200 metros de altitude destacam-se espécies como: Mathiola maderensis (Goivo da Rocha); Cynara Cardunculus (Cardos); Musschia áurea; Helichrysum melaleucum (Perpétua Branca); Helichrysum devium (Perpétua de São Lorenço); Andryala crithmifolia (Andríala); Argyranthemum pinnatifidum ssp. Succulentum (Estreleira); Maytenus dryandri (Bucho da Rocha); Dracaena draco (Dragoeiro).

No segundo andar fitoclimático que pode atingir os 600 metros, encontramos um ambiente climático mais húmido e fresco onde abundam espécies características de uma floresta de transição, tais como: Apollonias barbujana (Barbusano); Myrica faya (Faia das Ilhas; Salix canariensis (Seixeiro); Ilex canariensis (Azevinho).

Entre os cerca 600 e os 1300 metros de altitude, ainda é possível encontrar consideráveis núcleos de Laurissilva em bom estado de concervação. Esta floresta da Laurissilva é frequentemente banhada por nevoeiros produzidos pelas massas de ar húmido que proporcionam a existência de espécies únicas no Mundo, como por exemplo Laurus azorica (Loureiro); Persea indica (Vinhatico); Ocotea foetens (Til); Clethra arbórea (Folhado); Taxus baccata (Teixo); Geranium palmatum (Gerânios); Ranunculus cortusifolius (Ranúnculos); Dactylorhyza foliosa (Orquídia da Serra); entre outras plantas que proporcionam um autentico regalo para todos aqueles que as admiram.

De salientar, que a floresta da Laurissilva dá abrigo a uma grande multiplicidade de invertebrados, moluscos e insectos endémicos, assim como coelhos, morcegos, entre outros. Naturalmente é de evidenciar a avifauna, onde podemos contemplar os tímidos e espectaculares voos do endémico Pombo Trocaz – considerado como a ave emblemática da Laurissilva.

Nas regiões mais elevadas da ilha, onde se respira o ar puro e fino da montanha, as baixas temperaturas marcam presença, predominando tufos de vegetação rasteira como os núcleos dos diversos tipos de Urze, os musgos, líquenes, Aeonium glandulosum (Ensaiões), Thymus caespititius (Alecrim da Serra); Armeria maderensis (Arméria); Viola paradoxa (Violeta Amarela); Orchis scopulorum (Orquídea bastante rara)

Outdoor Magazin

German - Deutsch March 5th, 2008

Madeira gehört, was das Wandern anbelangt, sicherlich mit zu den ersten Adressen in Europa. Das hat sich auch beim renommierten Outdoor-Magazin herumgesprochen.

Um aktuell zu berichten, schickten sie auch prompt zwei Wanderprofis, als Journalisten getarnt nach Madeira. Diese absolvierten dann auch im rekordverdächtigem Tempo die Wander-highlights. Unser Berg- und Wanderführer Luitfried König gab ihnen in einem ” Schnelldurchlauf ” die geballte Ladung an einmaligen und einzigartigen Madeiraeindrücken. Von der reichhaltigen Fauna und Flora, der grandiosen Landschaft, dem Wandern entlang des kunstvollen Bewässerungssystems (Levadas), der Gastfreundschaft der Einheimischen und dem angenehmen Klima überzeugt, kehrten sie im wahrsten Sinne des Wortes aufmunitioniert wieder nach Deutschland zurück.

Wanderfuher: Luifried Konig von Nature Meetings

Wenn sich der Himmel in graue Schleier hüllt, die Sonne dahinter nur noch als blasse Scheibe zu erahnen ist und das Prasseln des Regens nicht mehr aufhören will, bleiben Outdoorern nur zwei Möglichkeiten: Entweder man trotzt den Elementen und nutzt die Gelegenheit, mal die neue Regenkleidung auszuprobieren. Oder man gibt seinen Fluchtgedanken nach. Denn nur ein paar Flugstunden entfernt locken traumhafte Wanderreviere mit ganzjährig milden Temperaturen – zum Beispiel Madeira. Dort gibt es nicht nur eine verschwenderische Blütenpracht zu entdecken: Zahlreiche Wanderungen führen durch dichte Lorbeerwälder, zu tosenden Wasserfällen und zu spektakulären Steilküsten. Oft folgen sie den schmalen Bewässerungskanälen, die ganz Madeira durchziehen. Entlang solcher “Levadas” führt die stimmungsvolle dreitägige Inselquerung von Monte nach Porto da Cruz“.

Autor: Rolf Goetzwww.outdoor-Magazin.com